Arquivo

Arquivo do autor

Como atualizar o WordPress

18, julho, 2008

Venho por meio deste post (e não “através deste”, segundo explicações do meu professor de português da oitava série) fazer um pequeno guia para quem deseja atualizar o seu WordPress sem medo de fazer besteira e piorar as coisas. Se você tem conhecimento o suficiente pra fazer isso, não fique deslocado, o nosso público é bem heterogêneo e é composto tanto por usuários avançados quanto iniciantes. Assim, também criamos conteúdo para a posteridade e possíveis necessidades de referência.

Nesta semana, o Janio noticiou a liberação da versão estável do WordPress 2.6. Tanto ele quanto eu já atualizamos os nossos blogues para a última versão por diversos motivos e um deles são sempre as melhorias de segurança que são feitas a fim de nos evitar dores de cabeça desnecessárias. Mas, como fazer?

IMPORTANTE!

Primeiramente, você deve fazer um backup COMPLETO do seu blog. Não sabe fazer também? Leia isto e FAÇA PRIMEIRO.

Já fez o backup? TEM CERTEZA?

Nós temos três opções pra fazer uma atualização do WordPress. Uma delas é baixando a nova versão do WordPress e sobrescrevendo os arquivos via FTP. A segunda é usando o CPanel de sua hospedagem, mas é bem provável que para o Fantástico disponibilizar essa atualização demore um pouco. Então sem rodeios eu vou explicar a forma mais rápida e prática de se atualizar o sistema:

Atualização por plugin: Instant Upgrade

O plugin Instant Upgrade faz todo o trabalho sujo por você e de forma eficiente e rápida. Basta você baixá-lo, descompactá-lo, colocá-lo na pasta wp-content/plugins do seu blog e ativá-lo no menu Plugins (Extensões) e tchum! Indo no menu Settings do seu WordPress, na opção Instant Upgrade, você terá como primeira tela a opção de qual método você utilizará para o download e instalação da atualização do WordPress, HTTP ou FTP. Eu, particularmente, prefiro fazer via HTTP. Primeiro porque não precisa inserir a senha do FTP da sua hospedagem, e segundo porque é mais rápido e prático.

Então basta você selecionar HTTP, clicar em Gravar (Save) e clicar em You can start upgrading now. A seguinte tela aparecerá pra você:

Ela é bem explicativa, as cores que o botão usa também não são nada discretas. Mande escolher a última versão selecionando The latest and greatest, please e fim de papo. Se tudo correr bem, e é bem provável que corra, você terá o seu WordPress novinho em folhas em menos de 30 segundos.

Palmas, por favor!

Daniel Becher WordPress , ,

Cibercrimes ou Cibercorrupção? Superfaturamento de anúncios num site da Paraíba

13, julho, 2008

O Senador Eduardo Azeredo provocou calores “menopausáticos” quando conseguiu aprovação para o seu projeto que coloca nortes cibercrimes, já que é quase senso comum entre os blogueiros que esta lei nos ceifa a liberdade de expressão, criando uma espécie de ditadura dentro da Internet. Eu não li ainda o projeto de lei inteiro, peço desculpas. Os últimos acontecimentos aqui dentro do Viamão Lotado e demais blogs me fizeram ficar meio cego e alheio aos assuntos mais quentes, mas prometo em breve fazer uma reflexão sobre isso. É até melhor, o faço com mais calma e serenidade.

Mas a essência do negócio nós pegamos nem que seja por osmose, principalmente quando se torna hype. Entretanto, falar de cibercrimes é muito relativo, claro que é. Até onde, nos dias de hoje, podemos identificar quando termina o digital e começa o “real”? Até uns três anos atrás era mais fácil fazer essa distinção, poderia passar a noite num chat me passando por um ator da globo e voltar pra meu emprego de faxineiro na segunda-feira sem ninguém notar. Hoje é diferente, tudo o que acontece na web está mais claro, cada vez mais difícil de desvencilhar uma coisa da outra.

Pois bem, enfim chegamos ao ponto: li no Contraditorium que o Senado Federal, que em outras épocas não tão distantes foi tachado e googlebombeado de vergonha nacional, comprou num portal de notícias sobre uma unidade federativa da nação, a Paraíba (paraiba.com.br), um banner de tamanho 120×60 pixels. Alguns fatos que são importantes ressaltar:

  • Este banner custa R$ 48.000 para o Senado. Mensais.
  • Anualmente, são gastos R$ 576.000. Por extenso: quinhentos e setenta e seis mil reais.
  • Por dia, são R$ 1.578. Por extenso: mil quinhento e setenta e oito reais.
  • O contrato foi assinado por inexigibilidade. Segundo o Manoel Netto, “É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição” e é “vedada a inexigibilidade para serviços de publicidade e divulgação”.
  • Em pesquisa feita pelo Blogueiro de Aluguel, a entidade que administra o site paraiba.com.br também administra o domínio efraimmorais.com.br, coincidentemente o nome de um Senador do estado da… advinhem? Paraíba.
  • Em pesquisa simples feita por mim mesmo, no site do Senador do Democratas-PB, na sessão “Informações da Paraíba” existe um link para o paraiba.com.br. Coincidências acontecem, né?

Link no site do Senador Efraim Morais

  • O serviço estrangeiro Alexa, que serve pelo menos para tirarmos uma idéia do tráfego de alguns sites, nos diz que no último mês o meu blog pessoal teve mais tráfego que o paraiba.com.br. Com AdSense, MercadoLivre, Submarino e resenhas pagas, eu não faturei mais que R$1.500 por mês, o que, visto os cálculos acima, o site paraíba.com.br vem tendo DIARIAMENTE.

Alexa nos Domínios

  • O PageRank do site paraiba.com.br está, neste momento, mensurado como 3. Também não é uma informação preponderante para um anunciante investir num site ou blog, mas serve muito bem como parâmetro para saber qual a popularidade de um referido domínio na Internet. Essa comparação nós podemos fazer na ferramenta de PageRank do Viamão Lotado:

Calculando o PageRank

Eu não acredito em coincidências. Não nesta. Acho que é importante, caro Senador Eduardo Azeredo, esquecermos um pouco os aprendizes de marginal cujos pais são uns mongolóides e sofrem pedofilia no Orkut, botarmos a casa em ordem e pensar nos crimes de CIBERCORRUPÇÃO. Que tal?

[UPDATE]

A anta aqui esqueceu de citar no post publicado originalmente que leu no blog Contraditorium, do Carlos Cardoso, a notícia que deu origem ao falatório todo. Em tempo, não só conserto o ato falho como peço desculpas ao nobre blogueiro.

Daniel Becher Críticas , , ,

Promoção: Tenha sua geladeirinha USB, sem precisar de “mimimi”

9, julho, 2008

No decorrer da última semana, foi notória a discussão sobre a estratégia da Coca-Cola para divulgar o seu novo produto, o Hidrotônico i9. Nove blogueiros receberam em suas casas pequenas geladeiras USB com a amostra da bebida juntamente com os vídeos de divulgação. O produto ainda não vai ser divulgado em todo o Brasil, apenas algumas capitais e cidades maiores, porém a estratégia é essa.

Alguns não gostaram, disseram até que os blogues que receberam a traquitana alugaram seus espaços, insinuando que estes se venderiam por pouco. Pura inveja, a geladeirinha é massa pra cacete.

Promoção - Geladeirinha USB

Apesar de o nosso metablog ser também um ônibus (qualquer semelhança é mera indireta), resolvemos não passar lotados desse mote. Nós vamos sortear uma geladeirinha parecida com a da Coca-Cola, também USB. Isso mesmo, e mesmo sob pena de sermos tachados por algum companheiro de rodoviária de locatários, a prenda é você fazer uma resenha sobre o nosso metablog.

Quem pode participar?

Blogueiros cujos blogs existam há pelo menos trinta dias — não importa o conhecimento ou tempo de maturação, é só pra evitar que alguém crie um blog apenas e tão-somente apenas para participar desta tão fantástica promoção.

O que fazer para concorrer?

Fazer uma resenha do nosso blog, o Viamão Lotado, e publicacá-la em seu blog com um link para o post da promoção (este aqui). Se o trackback não vier automaticamente, deixe aqui um comentário para “oficializar” e nos fazer saber da sua participação.

Você pode escrever o que bem entender, pode elogiar, criticar, sugerir novos temas, ferramentas, análises, enfim… é uma resenha, fique a vontade.

Qual a duração da promoção?

Serão aceitos posts publicados até 14 de agosto de 2008, mais de trinta dias para participar. Não deixe pra última hora!

O sorteio

O sorteio será realizado no dia 15 de agosto, através da ferramenta do site “random.org“. Um dos participantes será escolhido e presentado com…

O prêmio

Uma mini geladeira USB, ou melhor, um USB Mini Cooling Fridge, do site DealExtreme.

Daniel Becher Geral , , ,

Vender links é Proibido? É anti-ético? Devo denunciar?

9, julho, 2008
Numeric examples of PageRanks in a small system.Imagem via Wikipedia

Tem gente confundindo as bolas quando o assunto é venda de links. Desde quando vender links é proibido, gente? Nunca foi, nem nunca será. Você pode vender o que você quiser dentro do seu blog, ninguém tem nada a ver com isso. Porém — sempre existem poréns — deve-se tomar cuidados.

É proibido?

A venda de links nunca foi proibida pelo Google da forma que é colocada por alguns blogs. Vender link é lícito, o que o Google não incentiva e, recentemente, tem começado a punir com mais veemência, é a manipulação dessa venda para agir como beneficiador nos resultados das pesquisas do motor de busca, influenciando no PageRank. Veja o que diz o site da Central de Ajuda a Webmasters:

“Nem todos os links pagos violam nossas diretrizes. Comprar e vender links é uma prática econômica normal na web, quando realizada com objetivos publicitários, e não para manipular resultados de pesquisa. Links adquiridos para fins publicitários devem ser designados de acordo. Isso pode ser feito de várias maneiras, por exemplo:

  • Adicionando um atributo rel=”nofollow” à tag <a>
  • Redirecionando os links para uma página intermediária bloqueada a partir de mecanismos de pesquisa com um arquivo robots.txt”

Em miúdos: eu posso vender um link aqui no Viamão Lotado, mas eu não posso fazê-lo de qualquer forma, eu tenho que encaixar na tag da url o nofollow, que diz ao spider do buscador o seguinte: este link vai para o site X, porém não conta para o PageRank. Ou então a segunda alternativa, de usar redirecionamento que fique escondido via robots.txt dos spiders.

É ético?

Por quê não? Se alguém quiser comprar um link no seu blog e você criar esse link um espaço específico de publicidade ou, ainda, identificá-lo com as tags necessárias dentro do texto, que mal há nisso? Deixe o leitor sabendo que ele não está participando de um link-love e, na minha opinião, você não estará cometendo um crime.

Vender influência de PageRank é imoral?

O blogueiro português José Fernandes, escreveu um artigo em Abril deste ano levantando a questão: Isso seria hipocrisia do Google, já que nos resultados das buscas para determinadas expressões existem anunciantes do AdWords?

Eu acho que não, porque:

  1. Google é uma empresa privada, instalada e funcional dentro de um conjunto de regras de um país. Não é uma ONG, nem uma autarquia, não está cometendo nenhum crime e precisa garantir o sustento dele, portanto não deve satisfação a você;
  2. Se você foca o seu trabalho em resultados do Google, muito possivelmente você usa AdSense. Quem paga o AdSense é o AdWords, não podemos esquecer disso;
  3. Os anúncios são destacados de forma que o usuário identifique (com fundo verde e título “links patrocinados”) que são patrocinados, ora está agindo da mesma forma que você deve agir com venda de links.

Vender links, tudo bem. O blog é seu. Vender influência no Google e lucrar sozinho com isso, é o mesmo que você fazer uma assinatura de TV a Cabo e revendê-la para um vizinho, ganhar dinheiro nas costas dos outros. Logo, é imoral.

Portanto, se você notar um link pago em algum site ou blog, e não estiver com a tag nofollow, DENUNCIE. Para fazê-lo, basta acessar a sua conta no Google Webmasters e clicar na opção “Denunciar Link Pago”. É preciso estar logado no Google Accounts.

Zemanta Pixie

Daniel Becher SEO , ,

1st Blog Cacher: Instalando, configurando e usando

3, julho, 2008

Agora que já entendemos pra que serve e porque vamos utilizar o plugin 1st Blog Cacher, está na hora de colocarmos a mão na massa. Você pode baixar o plugin clicando aqui. No pacote do plugin virão dois arquivos. Ao contrário dos plugins normais, estes dois arquivos não ficarão juntos na pasta de plugins do seu WordPress.

Instalando e configurando

  1. Acesse a sua conta de hospedagem através do FTP. Na raíz do seu WordPress, você precisa criar um diretório (aquele diretório publicável, lembram?) que servirá para armazenar os arquivos em cache. O nome dele necessariamente precisa ser wp-cache. Além disso, você precisa setar as permissões desse diretório para 777.
  2. Descompacte os dois arquivos que vieram no arquivo.zip do plugin. Dentro da pasta wp-content/plugins, você vai subir o arquivo 1blogcacher2.0.php. Já o advanced-cache.php ficará um nível de diretório acima, na raíz do wp-content.
  3. Agora vamos editar o arquivo config.php, localizado na raíz do WordPress. É necessário acrescentar a linha define(‘WP_CACHE’, true);
  4. Agora você vai acessar o WP-Admin do seu blog (área de administração do WordPress), ir na sessão Plugins (extensões) e ativar o recém instalado 1st Blog Cacher. Feito!

Doeu alguma coisa?

Exibindo alterações imediatamente (ou limpando o cache)

No menu Settings do wp-admin, encontraremos uma opção para o plugin que acabamos de instalar. Lá você vai encontrar um resumo das configurações do arquivo advanced-cache.php, que é o arquivo de configuração do plugin. Logo abaixo, os seguintes botões:

Estes dois botões serão muito importantes no caso de você fazer alguma alteração no tema ou num post. Caso não queira experar os 3600 segundos (1h), estipulados por padrão de “fábrica” no arquivo advanced-cache.php e exibidos acima, você clica em “Remove all files” que quando recarregar a página em questão ela estará alterada. Afinal, o cache consiste nisso, em criar uma versão estática daquilo que é dinâmico, como já disse na sequência da série. Então se houver alguma alteração, até que você limpe o cache do seu WordPress, ou aguarde o tempo de expiração dos arquivos, as alterações não serão exibidas.

Exceções

Nem tudo pode entrar no cache. Por isso, também no arquivo advanced-cache.php você poderá setar quais arquivos que você não quer que fiquem “estáticos”. Por exemplo, os arquivos que fazem o feed funcionar, os comentários etc. Por padrão, temos: wp-atom.php, wp-comments-popup.php, wp-commentsrss2.php, wp-links-opml.php, wp-locations.php, wp-rdf.php, wp-rss.php, wp-rss2.php. Se houver necessidade de acrescentar mais algum, o faça com cuidado, pra não colocar algum arquivo errado e o seu cache ficar subutilizado.

E os robôs de busca, verão meu cache?

Outra preocupação dos usuários é se os motores de busca serão insensíveis às atualizações do blog. Não. Assim como há exceções para arquivos do WordPress, o 1st Blog Cache identifica os spiders e os faz ver a versão dinâmica do seu blog. No arquivo de configuração também é possível remover e adicionar strings para rejeitar as aranhas, na opção OBC_REJECTED_USER_AGENTS.

Usando

Como dizem os gaúchos, “feito o carreto!”. Agora é usar e ser feliz com seu blog muito mais rápido e versátil.

Daniel Becher Plugins, Séries/Tutoriais, WordPress , , , , ,

Cache em blogs: qual plugin usar?

3, julho, 2008

Hoje nós temos disponíveis três grandes plugins que fazem este trabalho. O primeiro que surgiu e o mais usado é o WP-Cache. Funciona muito bem, por sinal, o plugin desenvolvido por Ricardo Galli. Entretanto, este nobre rapaz o descontinuou. Aí o sr. Donncha O Caoimh, um irlandês que desenvolveu outros plugins, inclusive a plataforma MU do WordPress, deu de mão no plugin do Ricardo e fez um “fork” (continou o desenvolvimento) e criou então o WP-SuperCache.

Outra opção é o XCache, que não pegou muito entre os blogueiros brasileiros que adotam esta prática. Existe muito pouca referência dele nas bandas de cá.

Entretanto, recentemente entrou em cena o 1st Blog Cache. Eu fiquei conhecendo através do blog da minha hospedagem da sua existência e fui incentivado a usá-lo, uma vez que o benefício é bilateral: o administrador do servidor consegue manter seu recurso de processamento livre para trabalhos mais nobres, e eu consigo agradar meu leitor fazendo-o esperar menos para o carregamento do site.

Mas por quê o 1st Blog Cache? Por quê não o WP-SuperCache?

Segundo o Janio, o WP-Cache reduz bastante o uso do banco de dados, mas não é totalmente descartado o carregamento do sistema WordPress por inteiro toda vez que uma página é requerida. Em contra-partida, “no caso do 1BlogCacher o repositório fica em um diretório “publicável” do servidor, dentro do diretório raiz do WordPress, e utilizando regras de reescrita de URL (URL Rewriting) estas páginas é que são entregues no navegador do visitante, (…)“. Se são entregues páginas para o navegador do visitante, páginas estáticas, nada de banco de dados, certo?

Quanto eu pago para usar a nona maravilha do mundo? (já que a oitava é o WordPress)

Você está preparado para isso? Você tem certeza que quer ler isso? Seu coração é forte? Quer pedir ajuda aos universitários?

Nada. É grátis. Você pode baixá-la e instalar por conta em risco, seguindo um Read Me bem completo em inglês que vem junto com o pacote. Mas se você for paciente, o próximo e último post da série é um pequeno tutorial de como instalar e configurar o plugin de cache.

Daniel Becher Plugins, WordPress , ,

Como deixar seu blog mais rápido com Cache

2, julho, 2008

Muita gente tem medo de colocar no seu blog um sistema de cache. Alguns justificam que não há necessidade, que o blog está respondendo num tempo satisfatório, ou que a hospedagem é boa, ou ainda que é muito complicado tecnicamente fazê-lo funcionar. Eu venho nesta pequena série de posts tentar desmistificar essa história toda que é fazer cache em blog.

O que é cache? Qual sua função?

Diz a Wikipedia: “Uma definição mais simples de cache poderia ser: uma área de armazenamento temporária onde os dados freqüentemente acedidos são armazenados para acesso rápido.” Simples assim, oras. Não vamos complicar o que é simples. Mas vamos procurar entender…

Por quê deixa o blog mais rápido?

Quando você acessa um site estático, ou seja, aquelas páginas desenvolvidas em HTML puro e com algumas imagens adicionadas, ele logo é disponibilizado na sua tela. São arquivos que já estão prontos, não demandam tanto processamento, não precisa ser gerado. Entretanto, quando você acessa um site dinâmico, desenvolvido com tecnologias como PHP, ASP ou JSP, por exemplo, ele precisa consultar um banco de dados que armazena e gerencia as informações que devem ser exibidas naquele instante. É o caso do seu blog: toda vez que alguém entra nele, ele faz várias consultas na sua base de dados para saber quais os posts mais novos, ou quando entrar num post específico, quais os comentários para aqueles posts, tags, categoria, imagens etc.. Estas operações, apesar de invisíveis, consomem recursos da máquina onde seu blog está hospedado, ela precisa processar todas as informações de acordo com aquilo que você solicitou. Isso pode demorar.

Pra isso existe o cache: ele torna estático o que é dinâmico, grosso modo. Quando alguém entra no seu blog e procura aquele seu post famoso por conter fotos da Mulher Melancia, por exemplo, ele processa todas as informações, diz onde estão as imagens, quais são as tags adicionadas, qual categoria ele pertence e gera um arquivo HTML desse resultado e armazena em um diretório específico. Junto com ele, um outro arquivo que funciona como uma chave também é criado. Quando o próximo leitor entrar no seu blog e procurar pelo mesmo post, o sistema de cache verifica se o que ele procura já está gravado e exibe o HTML, texto puro, mais rápido. Poupa tempo do leitor, poupa tempo de processamento do servidor, libera memória para operações mais importantes. O seu visitante fica feliz, você fica feliz, seu administrador fica feliz.

Certo, mas quais são os plugins indicados para fazer cache e como eu faço?

Isso nós vamos ver na sequência dessa pequena série que inicia agora. Assine o fide do Viamão Lotado e acompanhe de camarote!

Daniel Becher Séries/Tutoriais, WordPress , ,