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Receita de bolo: Como fazer backup do WordPress

3, maio, 2008

Eu tenho sentido que existe dentro da comunidade blogueira que usa o WordPress uma certa resistência quando o assunto é fazer backup. Não que eles não entendam que é importante, mas talvez tais pessoas achem que fazer backup é necessário só quando vai fazer alguma atualização ou mudança na estrutura do blogue e com medo de perder os dados fazem uma simples cópia via FTP da pasta que contém a instalação do referido CMS. Além de isso não ser suficiente, o que você me diz, nobre leitor, se neste momento o seu banco de dados for corrompido por algum plugin com algum bug, ou algum cracker resolver encher teu saco e brincar contigo ou, ainda, teu provedor num momento único de desventura perder os TEUS dados?

Por isso me dirijo aos nobres senhores com um pequeno tutorial de como fazer um backup completo do seu blog, seus arquivos, suas imagens, seus plugins e sua base de dados. É uma oportunidade única, eu prometo tentar não bater mais nessa tecla e deixar que você e seu blog se explodam caso você continue sendo negligente não levando o SEU trabalho a sério.

Receita de Backup de Blog ao molho de segurança e seriedade

Ingredientes

Modo de preparo

Abra o software de FTP, coloque o plugin WordPress Database Backup já descompactado na pasta WP-Content/Plugins, logue-se no WP-Admin do seu blog, vá na sessão Extensões (Plugins) e ative-o. Feito isso, você clica em Gerenciar (Manage) e depois em Backup. Uma tela como esta irá aparecer:

Estas são as suas opções de backup. Você pode escolher a frequência que ele será feito a gosto, mas eu recomendo que você faça diariamente ou, no mínimo, semanalmente. Você deve escolher também quais as tabelas que serão salvas além das tradicionais, como aparece no exemplo acima (na dúvida, escolha todas). Preencha o campo Email com o endereço que receberá na peridiocidade indicada o backup da sua base, compactado.

Além do seu banco de dados, é necessário também salvar as pastas principais do seu blog. Use novamente o software de FTP para salvar a pasta WP-Content e seus subdiretórios (uploads, plugins e themes).

Junte tudo, mantenha uma cópia no seu HD e outra numa mídia removível e está pronto. Serve apenas um blogue.

Daniel Becher WordPress , ,

Começa a dança de pagerank

29, abril, 2008

Por volta das sete horas da noite desta terça-feira, fui avisado pela Renata de que apesar de seu PageRank na barra do Google estar mensurado em 0, a nossa ferramenta de medição de PageRank informava um valor maior. Fui dar uma conferida no furdunço e não é que os pageranks estavam começando a dançar?

Não era esperada a atualização que teve no início de fevereiro, pegou todo mundo de surpresa inclusive eu que recém tinha alterado meu domínio, programando uma possível atualização por março/abril. Pego no contra-pé, acabei amargurando um PR 0 por três intermináveis meses.

Créditos da imagem

No fundo, no fundo, a gente sabe que esta medida é atualizada meio que em tempo real e que eu não tive prejuízos muito sérios de visitação porque o redirecionamento 301 foi feito corretamente do meu antigo domínio para o novo, e que aparecer o número correto do PageRank era uma questão de tempo. É senso comum que o que atualiza, geralmente de três em três meses, é o número divulgado pelo Google e não necessariamente o valor exato. Entretanto, blogueiro que é blogueiro gosta de saber que a casa tá em ordem e que o PageRank está na mais absoluta normalidade.

O fato é que os PageRanks estão atualizando. Sendo assim, é normal que nos próximos dois ou três dias ainda ocorra alguma confusão mostrando alguns resultados iguais mesmo que o seu PR tenha alterado.

Se você quiser saber se o seu vai aumentar, diminuir ou permanecer inalterado, utilize nossa ferramenta Medidor de PageRank que verifica URLs em vários servidores diferentes do Google.

Daniel Becher SEO , , ,

WordPress 2.5.1 tem bug identificado

26, abril, 2008

Mal estávamos nos acostumando com o WordPress 2.5, com sua nova cara e sua forma diferente de lidar com alguns recursos quando fomos pegos no contra-pé com o 2.5.1. Não que eu me incomode com isso, muito pelo contrário. Eu prefiro que eles façam uma atualização por semana se preocupando com minha segurança, do que eu achar que está tudo bem enquanto tem um zé ruela no meu servidor fazendo peripércias. Entretanto, não dá pra notar o descontentamento de alguns usuários do maior CMS de blogs manifestado em algumas listas de discussão, fóruns e afins.

O bug da vez não está relacionado diretamente com segurança (menos mal). É apenas uma incompatibilidade entre alguns leitores de e-mail e a mensagem de zerar a senha de um usuário do WordPress — no caso de um esquecimento. No GMail, por exemplo, quando você recebe o e-mail com um link para zerar sua senha após ter clicado em “Senha perdida?” no WP-Admin, o endereço para criar uma nova password (exemplo: http://blog.com/wp-login.php?action=rp&key=yG#S^w4U&QY) chega metade com link e metade em texto puro.

Não que isso seja um erro grave, mas se você clicar no link pela metade vai aparecer a seguinte mensagem:

Sorry, that key does not appear to be valid.

Qualquer garoto de 12 anos de idade saberá juntar as peças e colar no navegador pra conseguir fazer o reset da senha. Se mesmo assim você não conseguir, pode ler este post explicando como recuperar a senha do WordPress.

Daniel Becher WordPress ,

Feed Analysis – Assinantes determinam sua popularidade

24, abril, 2008

Foi-se o tempo em que a popularidade de um blog era determinada apenas pelo número de visitas que recebia ou em quantos blogrolls — ou a variação conhecida de esquema de parcerias — estava elencado. Quanto mais se torna popular a leitura de blogs e sites via alimentação RSS, mais importância é dada para o número de assinantes que você consegue fidelizar. Não é a toa que muitas empresas que investem uma porcentagem dos seus programas de publicidade em blogs utilizam a quantidade de leitores de fides que você tem como meio de avaliar o custo da mesma.

Esta não é uma ferramenta nova mas fiquei conhecendo apenas hoje no Twitter. O Feed Analysis é um utilitário interessante para blogueiros que queiram avaliar melhor a sua audiência através de relatórios gráficos amigáveis. Números como quantos assinantes você ganha por mês, qual a sazonalidade das inscrições, qual o pior dia da semana para os feeds também são disponibilizados nos gráficos. Esta ferramenta permite, ainda, saber quanto vale o seu blog e quanto cobrar por um banner no rodapé dos posts que vão para os feeds, mensalmente (em dólares).

Tecnicamente é possível fazer estes cálculos apenas com feeds hospedados no FeedBurner, uma vez que é utilizada para tal ação a Awareness API do serviço recém comprado pelo Google. Para que ele funcione, então, você deve acessar sua conta, ir no menu Publicar (Publicize) e escolher a opção Awareness Api. Ative e está feita a sua parte.

Faça um teste e veja se você é popular e, mercadologicamente falando, atrativo. Caso você queira divulgar estes relatórios para parceiros de negócios, leitores do seu blog ou até mesmo amigos, ele também gera um link direto para facilitar a visualização.

Daniel Becher Geral , , , ,

Temas para WordPress: Qual usar?

24, abril, 2008

Temas para WordPress existem aos montes. Desde os mais sofisticados, passando pelos mais “miguxos” chegando até os minimalistas. Escolher um tema para um blog é, pelo menos pra mim, sempre uma tarefa muito difícil. Sou muito indeciso. Nos primórdios da vida blogueira, quando eu não levava um blog pessoal a sério, e deixava-o ao sabor do vento hospedado no Blogger, tinha lá uma meia dúzia de layouts para escolher. A tarefa era fácil, achar a cor e tão-somente apenas a cor que me agradava.

Já com o WordPress isso não é possível. A gama é infinina: 1, 2, 3 colunas, com ou sem widgets, já otimizados para SEO, com espaços criados pensando em programas de monetização como AdSense, enfim, temas para as mais diversas utilidades.

Entretanto, nem sempre o mais “bonitinho” ou o mais elegante é o que você deva usar. Existem por aí muitos temas que são verdadeiras bombas, e tomar alguns cuidados pode fazer a diferença entre você gastar 10 ou 100gb de transferência mensal, sem contar o fato de ter um blog com difícil carregamento, pesado e pouco prático e usável para o leitor. Personalização é importante, mas muito mais que isso, respeito pelo seu visitante na hora de ele conseguir o conteúdo que precisa é primordial.

Algumas sugestões para escolher um tema:

  • Temas com mais de 300kb compactados deveriam carregar uma placa de “fuja enquanto pode”. Um bom tema livre, leve, solto e elegante não deve passar desse tamanho em disco. Do contrário, ele provavelmente traz consigo imagens pesadíssimas que tornarão seu blog muito lento. Nem todo mundo tem banda larga, nem todo mundo tem saco de esperar 1 minuto e meio para seu blog carregar pela primeira vez (verifique o diretório images dele).
  • Outros temas, ainda, já trazem alguns plugins pré-instalados, ou seja, para que ele funcione são necessários alguns adicionais de fábrica. A não ser que você esteja instalando um tema estilo revista, tente evitá-los. Não que sejam ruins, mas um BOM tema te permite a personalização de suas funções e os widgets DEVEM ser opção SUA (mais pra frente trataremos deles). Pinduricalhos demais prejudicam o desempenho do blog.
  • JavaScript também deve ser evitado. A não ser que seu tema traga alguma função extraordinária que foi justamente o ponto que te fez optar por ele, pense duas vezes antes de instalá-lo. Primeiro porque se você está lendo estas minhas recomendações, provavelmente você não entende de JavaScript. Que diabos está escrito lá? Segundo porque o excesso dessa tecnologia dentro de um tema só também vai te trazer transtornos de performance.

Outra dica muito importante é verificar se o tema está inserido no repositório oficial de temas do WordPress. Assim como acontecem com os plugins, escolhendo um tema revistado a chance de você se incomodar com um deles diminui geometricamente.

Se você precisar de uma sugestão, veja nossa lista de Temas de WordPress para Download.

Daniel Becher Séries/Tutoriais , , , ,

Performance em blogs: comece pela hospedagem!

23, abril, 2008

Ter uma hospedagem decente sustentando o seu blog por menor que ele seja, por menor tráfego que ele tenha e por menor a quantidade de espaço que necessite para hospedá-lo, é primordial. Uma boa hospedagem está para um blog assim como um bom alicerce está para uma boa construção civil. Se este não funcionar, por mais linda que seja a casa que está construída em cima dele, vai ruir mais cedo ou mais tarde. É uma experiência muito ruim para o usuário tentar acessar um blog muito lento na hora de carregá-lo. Isso pode resultar num marketing negativo.

Mas eu tenho uma boa notícia pra você, leitor: uma casa você precisa colocar no chão e construí-la novamente. Um bom backup (enquanto é tempo) do seu banco de dados, dos arquivos de configuração e do diretório wp-content do seu WordPress podem salvá-lo de um desmoronamento a qualquer sinal de um hype ou mesmo um post qualquer que lhe garanta um pico de visitas um pouco maior.

Ter uma boa hospedagem não significa, necessariamente, contratar empresas com planos estrondosos de recursos. Muita gente confunde a capacidade do seu plano de armazenar arquivos e de transferência de dados mensais com performance. Isso é errado. Muito errado. Deveras errado. E eu sou prolixo com essa idéia por saber o quanto isso é importante. Experiência própria.

Excelente seria se você pudesse ter uma hospedagem de qualidade, que tenha um servidor rápido e que retorne as requisições em tempo curto e de forma satisfatória com essa exorbitância de bytes, megas e terabytes. Entretanto, um simples raciocínio lógico te leva a uma conclusão óbvia, e pensando como dono de uma empresa de webhosting, aliar números inimagináveis com qualidade fica um tanto quanto complicado, pois:

Quanto mais banda disponível, mais caro. Quanto mais espaço em armazenamento disponível, mais caro. Quanto mais recursos e “ilimitados vezes 25″, mais caro. Como baratear? Entrulha-se todas as contas num servidor e usa os recursos dele até a cepa. O custo de infra-estrutura se pagará dessa forma.

O resultado desse método de “ganhar pela quantidade” costuma ser desastroso. Quanto mais recursos oferecidos, mais contas hospedadas num determinado servidor é preciso para que ele “se pague” e mais das vezes ele acaba não respondendo a contento. Concluímos, então, que memória RAM disponível e processador do servidor trabalhando folgado é indispensável para uma hospedagem de qualidade. É questão de matemática básica: processador esgotado + memória insuficiente != performance.

Também é muito importante não confundir um bom serviço de hospedagem com o número de vezes que ele cai. É comum ser usado como marketing de empresas de hospedagem algo como 99,9% available. É lógico que um serviço que cai de instante em instante não serve. Entretanto, não se iluda com isso. TODO E QUALQUER servidor de hospedagem pode cair por algum problema técnico, assim como sua geladeira pode parar de gelar, seu carro pode precisar pegar no tranco numa manhã de chuva e vento-sul sem ninguém por perto ou a lâmpada da sua cozinha pode resolver queimar as 3 da manhã quando você for buscar água fazendo com que seu dedão do pé esquerdo acerte o calço do fogão em cheio.

Conselho: performance na hospedagem é muito mais do que espaço em disco e transferência de dados. Antes de assinar um plano, converse com o administrador do serviço, tente sondar quantos clientes ele têm. Isso lhe poupará cabelos brancos e dores de cabeça sem necessidade.

Daniel Becher Críticas, Geral , , , , ,

WordPress em português: página e release

22, abril, 2008

Code is poetry. Sempre líamos essa frase na página oficial do maior CMS orientado aos blogs existente, o WordPress. Agora, podemos nos regozijar com uma versão tupiniquim daquele site e ler no bom e velho português de guerra: Código é poesia.

Além do site, e a principal notícia, é que o próprio WordPress também foi traduzido para o idioma falado por aqui. Isso foi possível graças ao grupo de voluntários da Comunidade WordPress-BR. Ele pode ser baixado clicando aqui.

Daniel Becher WordPress , ,