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Textos com Etiquetas ‘Monetização’

Nós, blogueiros camaleões

27, maio, 2008

Quando comecei a blogar mal sabia que podia tirar uma graninha com o que eu escrevia. Aliás, essa frase é clichê. Todo mundo que mal completa cem dólares no AdSense diz isso, que nunca esperava, que não merecia, que aconteceu por acaso, enfim, papo modesto pra dizer que está feliz com qualquer esmola que recebe por aí, tal qual um ator ganhador de Oscar fazendo carinha de surpresa.

Mas não é disso que queria falar, quero voltar à primeira frase: mal sabia que dava pra tirar uma graninha blá-blá-blá. Mas como todo bom brasileiro, quando temos um aumento salarial ou mesmo uma renda extra, como é o caso de quem trabalha por conta ou como empregado como eu, contamos com aquela grana, empenhamos os trocados a mais em alguma nova conta, prestações das Casas Bahia ou mesmo melhoramos nosso padrão de vida.

Eu mesmo, antes de começar a blogar, estava endividado até a cepa. Devia as calças e só não os fundilhos porque ainda me restou amor-próprio. Aprendi a monetizar meu blogue, investi em sua infra-estrutura, em uma conexão melhor com a Internet e otimizei meu tempo. Aos poucos, estou quitando meus compromissos e a medida que o tempo passa sobra mais dinheiro pra outras atividades.

O problema disso tudo é que ganhar dinheiro na Internet não é tão simples. Diferentemente do meu emprego em uma empresa de engenharia consultiva que me garante o pagamento das despesas fixas como alimentação, vestuário, moradia e lazer, o dinheiro que é ganho no blogue não pode ser comprometido mais que 30%. Investidores de todo o mundo e demais pessoas ligadas à área financeira dizem que comprometer mais que 70% da sua receita líquida total é burrice, entretanto a proporção percentual para ganhos não-fixos, deve ser melhor estudada uma vez que os programas de monetização mudam, as tendências são bastante sazonais e contar com o fator sorte é, mais das vezes, preponderante neste tipo de “trabalho”.

Primeiro porque é matematicamente impossível você comprometer uma parte daquilo que você não sabe nem pode mensurar. Se no mês passado, por exemplo, você faturou 300 reais com programas de monetização ou posts pagos (e nesta segunda modalidade não exista um contrato fixo para tal), o mês corrente pode não ser tão proveitoso por N motivos e você acaba se dando mal, seja porque a fonte do programa de afiliados secou, seja por um post que simplesmente não fez mais sucesso.

Segundo porque as formas de converter visitas em cliques ou ações são muito inconstantes. Você pode ter indexado um link do JaCotei no Google com seu código de afiliados e o mesmo ser alvo de milhares de paraquedistas procurando por um produto específico, ou você pode ter feito sucesso com um post cujas palavras indexadas foram, por força da contextualização, bem posicionadas ou até mesmo uma campanha de alguma empresa querendo expor seu produto por meio de artigos patrocinados naquela época.

Os motivos são diversos, mas esse floreio todo foi necessário pra dizer que ganhar dinheiro com blogs é algo inconstante. Você pode consultar qualquer blogueiro, e por mais conhecido e famoso por tirar uns trocados com o seu blogue que seja, ele vai te contar, caso tenhas essa abertura, das épocas de vacas magras.

É necessário ser camaleão pra sobreviver com isso, é preciso não se acomodar nunca e desconfiar mesmo das vacas gordas pois um dia pode acontecer um revés. Passei por isso há pouco tempo quando o HotWords começou a me podar num dos meus blogues. Por um motivo desconhecido, uma forma que eu achei de chamar atenção — diga-se de passagem, honesta — passou a ser anulada por algum filtro do programa e eu fiquei chupando o dedo. Os 500 reais mensais se transformaram em custosos e incompletos 100 dinheiros e o déficit foi imenso. Me vi obrigado a repensar em programas de PPA — os que pagam por ações (compras, assinatuas etc.) ao invés de cliques. E o Submarino nunca rendeu tão bem, obrigado. Mas continuo na certeza de que toda ventania cessa e o barco pode parar. E no menor sinal de tempestade, é necessário ajustar a posição das velas.

Daniel Becher Monetização , , ,

Vitrines por toda parte

7, maio, 2008
Praia Fluvial da Caniça - Lapa dos Dinheiros

Praia Fluvial da Caniça
Lapa dos Dinheiros
Imagem via Wikipedia

Quando alguém resolve fazer dinheiro com seus blogs, mais dia menos dia vai acabar encontrando programas de afiliados que paguem comissão por venda realizada ou por ação, como cliques, cadastros, etc.

Dois dos mais importantes programas de afiliados brasileiros atualmente são o JáCotei e o MercadoSócios (o programa de afiliados do Mercado Livre). O primeiro é um site de comparação de preços, e o segundo é um site de leilões, caso alguém ainda não saiba. Aquele paga por clique dado dentro do site de comparação de preços levando à loja patrocinadora, e este paga comissão por vendas e por novos cadastros no site.

Independente do programa escolhido, inclusive além destes dois que são objeto do presente texto, uma característica é bastante comum: a dificuldade em implementar ferramentas eficientes para rentabilização, além dos surrados e — muitas vezes — ineficientes banners animados.

Claro que para quem é programador as coisas são mais simples, pois o que não existe pode ser criado. E como os desenvolvedores blogueiros em geral são pessoas que, mesmo que não gostem de ter seus textos copiados sem autorização, gostam de compartilhar conhecimento e beneficiar o semelhante, o que os leva a publicar suas ferramentas, de forma a propiciar ao maior número possível de almas que se salvem. Só que na maior parte das vezes essas ferramentas demandam requisitos nem sempre disponíveis a todos, como hospedagem própria, banco de dados, WordPress, conhecimentos específicos, etc.

Para minimizar este problema, permitindo a qualquer um beneficiar-se dos programas de afiliados supra citados, com ferramentas de eficiência comprovada, criei a Vitrine JáCotei Simplificada e a Vitrine Vendedora em JavaScript (para o MercadoSócios, baseada na Vitrine Vendedora do Mercado Livre do Jobson Lemos — na verdade em parceria com ele), que escondem toda a complicação por trás de uma chamada simplíssima de implementar: uma única tag JavaScript que faz a “mágica” toda.

Quem quiser experimentar, por favor confira os textos acima mencionados: neles há instruções detalhadas para implementação, bem como as condições de uso dos sistemas.

Boa sorte, e bons lucros.

Janio Sarmento Monetização , , , ,

Feed Analysis – Assinantes determinam sua popularidade

24, abril, 2008

Foi-se o tempo em que a popularidade de um blog era determinada apenas pelo número de visitas que recebia ou em quantos blogrolls — ou a variação conhecida de esquema de parcerias — estava elencado. Quanto mais se torna popular a leitura de blogs e sites via alimentação RSS, mais importância é dada para o número de assinantes que você consegue fidelizar. Não é a toa que muitas empresas que investem uma porcentagem dos seus programas de publicidade em blogs utilizam a quantidade de leitores de fides que você tem como meio de avaliar o custo da mesma.

Esta não é uma ferramenta nova mas fiquei conhecendo apenas hoje no Twitter. O Feed Analysis é um utilitário interessante para blogueiros que queiram avaliar melhor a sua audiência através de relatórios gráficos amigáveis. Números como quantos assinantes você ganha por mês, qual a sazonalidade das inscrições, qual o pior dia da semana para os feeds também são disponibilizados nos gráficos. Esta ferramenta permite, ainda, saber quanto vale o seu blog e quanto cobrar por um banner no rodapé dos posts que vão para os feeds, mensalmente (em dólares).

Tecnicamente é possível fazer estes cálculos apenas com feeds hospedados no FeedBurner, uma vez que é utilizada para tal ação a Awareness API do serviço recém comprado pelo Google. Para que ele funcione, então, você deve acessar sua conta, ir no menu Publicar (Publicize) e escolher a opção Awareness Api. Ative e está feita a sua parte.

Faça um teste e veja se você é popular e, mercadologicamente falando, atrativo. Caso você queira divulgar estes relatórios para parceiros de negócios, leitores do seu blog ou até mesmo amigos, ele também gera um link direto para facilitar a visualização.

Daniel Becher Geral , , , ,

Usando AdSense no WordPress: Compartilhando ganhos, otimizando espaços e ganhando tempo

20, abril, 2008

O leitor Jack postou uma dúvida no comentário de um post recente e, como é sabido, este blogue tem uma sessão onde respondemos algumas das dúvidas dos leitores. Não que sejamos sensacionalistas e gostamos de fazer marketing em tudo ou, ainda, detestamos responder comentários. Pelo contrário, é que criando um post pra respondê-las nós compartilhamos essa dúvida com mais gente e mais pessoas podem usufruir das soluções propostas.

Daniel: estou procurando um bom plugin para poder inserir anúncios do adsense em um novo blog que estou escrevendo com o wordpress 2.5.
Estou pensando em usar o http://wordpress.org/extend/plugins/adsense-manager/, você recomenda este mesmo ? Ou indica um melhor ?

Jack, te dizer qual O melhor plugin para suprir uma necessidade tua é muito ousado da minha parte. Até mesmo porque, só uso plugins para gerenciar anúncios em blogues que eu necessito compartilhamento de exibições, ou seja, em situações que eu preciso compartilhar os ganhos com outros escritores (como é o caso do Viamão Lotado). Mas te indico 7 plugins que você pode testar e faço algumas considerações acerca deles. Começo por este em questão:

AdSense Manager

Ele é bem completo em todos os sentidos. Primeiro porque, apesar do nome, serve para o AdSense e mais uma gama diversa de programas de afiliados (AdSense, AdBrite, AdGridWork, Adpinion, Adroll, Commission Junction, CrispAds, ShoppingAds, Yahoo!PN e WidgetBucks). Segundo porque ele te não te prende na forma antiga de usar o AdSense, que era criando slots e critérios na mão. Aliás, na nova versão do AdSense Manager você pode escolher qual modelo quer seguir. Diferentemente do…

AdSense Author

Foi o primeiro plugin a se tornar popular que compartilha as exibições de anúncios, ou seja, que compartilha os ganhos do AdSense com os demais escritores do blog. O único problema dele é que SÓ trabalha com o modo antigo de critérios e slots; ele não te permite APENAS e tão-somente apenas colocar o código do Adsense para cada autor, ele precisa do código antigo já setado com cor, critério e formato. Por isso, para estes casos, eu te comendo o…

WP-Ads

O ponto forte deste modelo é exatamente o ponto fraco do AdSense Author. Com ele, você cria uma zona para o anúncio para cada membro do blog. Se alguém adicionar mais anúncios na mesma zona, ele equilibra a porcentagem de possibilidades de exibição de anúncios a cada vez que a página for acessada. Exemplo: se eu acesso o blog agora, pego um anúncio do José, se outro entrar aparece o AdSense da Maria, e assim por diante – 50% pra cada um. Quando um blog com ganhos compartilhados tem membros com o mesmo objetivo e os esforços são parecidos, vale a pena utilizar o modelo onde o coletivo se beneficia com o trabalho do indivíduo.

Apesar de estes três plugins propostos possibilitarem o compartilhamento, eles também trabalham para blogues-de-um-homem-só. É só você setar nas configurações que quer ganhar 100% das exibições e não dar a gorjeta pro admin (sim, alguns deles permitem, ainda, fixar uma porcentagem exata para o Administrador do blog).

Outras sugestões para usar Google AdSense no Wordpress:

  • AdSense Inline: Plugin que permite inserir anúncios dentro dos posts.
  • AdRotator: Concorrente para o WP-Ads, também muito usado para fins de compartilhamento.
  • AdSense Deluxe: Talvez um dos mais usados plugins deste ramo. Com ele, você pode adicionar os anúncios, alterar as cores, fazer testes de rendimento (CTR, CPM) e etc.
  • MightyAdSense: Faz o mesmo, adiciona anúncios sem necessidade de mexer no tema.

Se você também tem alguma sugestão de pauta ou dúvida, mande pra gente. É possível que ela seja respondida em um post com o seu nome e link para seu blog.

Daniel Becher Dúvida do leitor , , ,

O novo contrato do Google

26, fevereiro, 2008

Quem tentou acessar sua conta no AdSense na noite deste 25 de fevereiro notou que o Google apareceu com duas grandes novidades. A primeira é que o contrato foi submetido novamente a aprovação dos editores, o que enseja que ele tenha sido modificado. Sinceramente, não sei. Não lembro de todos os detalhes do “outro”, confirmando a hipótese de alguma mudança, mas en passant nada muito grandioso.

É aquela história de sempre: O Google pode tudo e nós não podemos nada, só recebermos quando eles quiserem nos pagar, o quanto podem pagar e de que forma pagar. E assim segue a vida…

Outra grande mudança que, na minha opinião, foi bastante útil, é a possibilidade (e não obrigatoriedade) de você agregar a sua conta do AdSense a um cadastro já existente no Google Accounts (GMail, Orkut, Docs, Reader, etc.). Você pode criar uma conta diferente, se não quiser juntar as duas coisas, mas para quem lida com bastantes serviços do Google e tem que lidar também com os Cookies é interessante.

ps.: para quem usa o AdSense Notifier, aquele plugin que exibe os ganhos com o programa na barra do FireFox, deve continuar usando o Login antigo. Os testes que fiz com o novo login não funcionaram.

Daniel Becher Monetização , , ,

Vitrine do JaCotei é uma boa?

16, fevereiro, 2008

Eu nunca ganhei muito dinheiro com o JaCotei. Para mim, é o programa que menos dá lucro. Geralmente quando eles me pagam é dessa forma: eu coloco o programa, ele rende uns 20 reais no mês, aí eu tiro porque rendou pouco e substituo por outro programa. Mas aí seca a fonte do outro programa ou naquele momento ele não está sendo proveitoso e penso: “vou resgatar o que tenho lá no JaCotei, fechar o pagamento e partir pra outra”. Mas esse ciclo nunca encerra, porque pode passar dois ou três meses e volto na minha conta, sempre tem uns trocados convertidos por conta dos links que são indexados no Google (a principal diferente entre Jacotei e Buscapé).

É sabido que um dos maiores entusiastas da Blogosfera em relação a este programa de afiliados é o Jânio Sarmento. Ele já deixou bem claro no seu blog que a única coisa que ganha com o JC é fruto do seu esforço, nenhum privilégio tem para colaborar de vez em quando falando do bem ou mal programa. Afinal, é o trabalho dele: falar de como ganhar dinheiro na Internet.

Anteontem, o Jânio disponibilizou uma ferramenta que usa bastante em seu blog e que facilita seus rendimentos. É a vitrine do JaCotei alinhada a esquerda do post, mostrando alguns anúncios pré-definidos da própria vitrine do programa. Como somos eternos aprendizes, instalei no blog pra ver se rendia alguma coisa. Ainda é cedo pra dar uma conclusão se funcionou ou não por DOIS fatores:

  1. Tempo: Há exatas 24 horas o plugin funcionou do jeito que deveria. É muito pouco tempo pra avaliar se o programa oferecendo anúncios desta forma rende bem ou não. Pode ser que o dia de ontem foi um dia menos proveitoso, obra do acaso, os anúncios não foram bem aproveitados, etc… Preciso de tempo para falar com mais precisão se funciona no MEU blog ou não. Mas, é fato: apenas um clique foi registrado para o dia 15.
  2. O Mês: Não só o Jânio comentou isso por e-mail, mas também o Rodrigo Schmidt falou na lista Blogosfera que “Fevereiro é um dos piores meses do ano para venda de produtos. E mesmo o JáCotei tem uma queda significativa.”

O jeito é esperar, ir aprimorando o jeito de usar o plugin do Jânio no que for possível e esperar por um maior tempo que ele renda. Experimentar é a palavra-chave.

Daniel Becher Geral , , ,

Meta Blog – Por quê um Metablog?

28, janeiro, 2008

Um metablog é um blog que trata especificamente acerca de… blogs. Sempre achei que projetos que visam falar única e exclusivamente (salvo raras exceções) de blogs não têm uma audiência sustentável, digamos assim. Na minha mais profunda ignorância bloguística imaginava caras como o Bruno Alves e moças como a Nospheratt perfeitos funboys, muito embora desde os primórdios da minha “vida blogueira” que não é tão remota assim, já os respeitava e reconhecia sua inteligência, relevância e seriedade em tratar do assunto que lhe era proposto.

Daí surgiu uma grande incógnita. Um blog de variedades pode ter opinião. Um blog de nicho pode ter opinião. E um metablog? Pode ser tratado como um blog sério sem ser um papagaio repetidor, reproduzindo, praticando o famoso retrabalho, criando conteúdo duplicado? Creio que pode. E eu sempre tive vontade de fazer um. Por duas razões, cada uma num tempo e espaço diferentes.

A primeira foi porque eu não imaginava que conseguiria que meu blog sobrevivesse mais de 6 meses. Eu achava que depois de um certo tempo eu me tornaria um sujeito chato, repetitivo e sem graça tendo que recorrer para áreas que tenho facilidade, por exemplo a tecnologia, para driblar este problema. Mas como falar de tecnologia em blogs, de WordPress, de plugins, de SEO, se nem ao menos eu ter tentado ser blogueiro antes? Creio que muitos iniciantes cometem esse erro, acabam se queimando com o meio por tentar ensinar algo que não sabem. Ah, sim, já ia esquecendo: o sem graça fica a critério de vocês que lêem meu blog pessoal, mas o chato e repetitivo acho que não. Creio que consegui produzir boas coisas nesse tempo, ainda que pequeno, suficiente para que pudesse arrebanhar alguns leitores fiéis e em paralelo conseguir uns paraquedistas para fazer a alegria geral dos meus filhos que podem, então, desfrutar de um bom caviar nas sextas-feiras chuvosas de Florianópolis.

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A segunda razão é a força motriz de eu estar inaugurando este novo blog neste post. Eu acho que estou pronto para falar de blogs, dar os meus pitacos, compartilhar as minhas andanças por este mundinho paneleiro e umbiguista. Ensinar? Não, de forma alguma. Se você veio neste blog querendo que eu te ENSINE alguma coisa, meu nobre e fiel leitor, você vai perder seu tempo. O que eu quero com este blog, e não é por acaso nem falta de grana para registrar um novo domínio e hospedagem (os blogs estão rendendo bem, se pagam e permitem estes luxos adicionais), é fazer uma extensão do Blog do Becher que tem por filosofia comentar o cotidiano, ou fazer “comentários da vida alheia”, como ele é descrito. Neste caso, quero comentar a blogosfera alheia. Não que eu não faça parte dela e se torne alheia, mas de uma forma ou de outra eu precisava manter o slogan, caracterizando melhor a extensão.

Vou falar da parte técnica dos blogs, claro, falar de plugins que uso e que quebram galhos enormes, tentar compartilhar com vocês o que eu faço para me virar nas tarefas de casa dos meus blogs, quais ferramentas estão disponíveis para ajudar-nos a sobreviver com blogs competitivos e atraentes na questão técnica.

E aqui começamos esta “viagem”, eu espero sinceramente que vocês embarquem, gostem e me sirvam de termômetro, usando os comentários e o formulário de contato para que eu possa dosar muito bem os assuntos abordados aqui. Apertem os cintos.

Daniel Becher Geral , , , , ,