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Textos com Etiquetas ‘WordPress’

Problemas com upload de imagens no WordPress

4, novembro, 2008
Quem é usuário do Firefox já percebeu que com as recentes atualizações do plugin Adobe Flash Player 10, algumas anomalias com vídeos (principalmente do YouTube e correlatos), áudio e demais animações tomaram conta dos sites que frequentemente visitamos. Eu, por exemplo, não consigo a mesma compatibilidade com os sites multimídia que conseguia até alguns dias atrás, tendo que, vez por outra, acessar o Internet Explorer e então consumir o conteúdo em questão.

Mas trazendo essa realidade pra o mundo dos blogs, constatei que o Flash 10 também é incompatível com um pedaço do WordPress: o upload de imagens. Aquele botãozinho que você usa para subir imagens em um post ou uma página, o Choose files to upload, parou de funcionar. Existem dois paliativos: o primeiro é simples, abaixo do botão, existe a frase:

Upload de imagens

Upload de imagens

“You are using the Flash Uploader. Problems? Try the Browser uploader instead” Ela dá opção de você clicar em browser uploader e fazer o serviço da forma antiga.

Mas se existe a extrema necessidade de usar a nova forma, via Flash, que foi incorporada ao CMS na versão 2.5.1, e que permite, a despeito da forma paliativa, o envio de várias imagens ao mesmo tempo para o post, existe uma “gambiarra” a ser aplicada no Firefox que resolve (eu já disse que é gambiarra?) em partes o problema. Ela resolveria, também, os problemas com o YouTube e demais players online.

Primeiro você baixa o Uninstall Flash Player. Depois fecha o seu Firefox, executa o arquivo baixado e pronto.

Em seguida, você pode escolher uma das versões antigas do Flash aqui e instalá-las para usar novamente. Eu recomendo a versão 9, que é a que funciona ao mesmo tempo com YouTube (e afins) e com o WP.

A dica da solução do problema foi do Anderssauro (aliás, ele está com editorial novo, layout novo, promoção nova com camiseta bacana de grátis. Aproveite e conheça!)

Daniel Becher WordPress , , , ,

Plugin para WordPress permite atrasar a publicação no feed

22, setembro, 2008

relogio.jpgImagine a situação: você acabou de escrever um post que não podia ficar para amanhã, está cansado, e os olhos ardidos teimam em continuar abertos; você revisa seu texto, não encontra nenhum problema, e por isso o publica. Dois minutos depois você verifica no seu blog que esqueceu de um detalhe muito importante, ou que cometeu um erro descabido de construção de uma frase, e precisa editar o post.

Passei por isto no artigo anterior, Parcerias entre Blogs, com relação ao posicionamento das imagens. Precisei editar o texto umas seis ou sete vezes até acertar a melhor disposição para as ilustrações.

Acontece que, devido aos sistemas de cache que os programas leitores de feeds usam, não é raro que a primeira das versões seja a que os leitores venham a enxergar, não tendo, portanto, acesso à versão finalizada do nosso artigo.

teclado.jpgPara quem usa WordPress, contudo, este já não é mais um problema assim tão grave: existe um plugin que atrasa a publicação dos itens do feed, o que dá a possibilidade de o autor usar este tempo para fazer todas as correções de que necessite, diminuindo muito as chances de um texto ser publicado nos feeds antes da hora.

Estamos falando do Feed Pauser, um plugin que eu próprio gostaria de ter tido competência para escrever.

Para aqueles que vivem testando o Windows Live Writer este plugin tem um benefício extra: não há nada mais tosco do que aqueles posts temporários que acabam aparecendo nos feeds. Com este plugin o feed não é publicado imediatamente, dando tempo de o WLW completar o procedimento de detecção do template, ao final do qual o post temporário é apagado, o que resulta em um feed mais limpo e mais profissional, o que melhora a imagem do blog como um todo.

Janio Sarmento Plugins, WordPress , , , , , , ,

Redirecionamento do Blogspot está fora. E agora?

29, agosto, 2008
Eu vou me abster de fazer toda aquela introdução malhando o pau em serviços gratuitos, ou melhor, em blogueiros que defendem de modo ferrenho o uso destes e chega até elencar vantagens de se ter um blog rodando no Blogspot, por exemplo. Vou direto ao fato porque prolixidade enche o MEU e  o SEU saco.

Se vocês ainda não sabem, vão ficar sabendo agora: eu administro uma rede de blogs, a Rede O Pensador Selvagem. Algo muito comum de acontecer por lá e que me é solicitado semanalmente, é migrar um blog rodando no Blogspot para o WordPress. A importação até que é tranquila. Quando não se usa muito frufru dentro dos posts, tipo códigos carnavalescos, eles vêm limpos e acaba acontecendo tudo de forma razoavelmente normal. Pra direcioná-lo pro novo blog é que as vezes complica. E, pra agravar, de uns dias pra cá, há quem relate que foi terça-feira, usuários do navegador Internet Explorer não estão lendo a mensagem típica que aparece quando acessamos um blogspot “migrado”:

Você está prestes a ser redirecionado

O blog que estava aqui, agora está em http://arquivinho.com/.
Deseja ser redirecionado?

Este blog não é hospedado pelo Blogger. Além disso, ele não passou por nenhuma verificação de spam, vírus ou outras formas de malware.

Ao invés disso, o tradicional “Servidor não encontrado” é exibido no I.E.

“Ah, mas e por que então você não apaga o tema antigo e joga lá no HTML do template um JavaScript fazendo um “load” pro novo?”, você pode perguntar.

Não é tão simples assim. O que o Google acharia, por exemplo, de um número X de textos publicados numa URL aparecendo em outro blog sem nenhum aviso prévio? É claro que com o tempo vai “desindexar” a antiga url e ficar apenas o novo, mas nesse interím estamos sujeitos a ser penalizados por cópia/plágio. Além disso, perdemos o PageRank do domínio antigo, a indexação, backlinks etc.

A cereja do bolo da migração está justamente em fazê-la pela via comum e indicada pela equipe do Blogger. Nela, um redirecionamento 301 é feito, informando ao Google e a mais quem interessar, que naquela URL antiga já não há mais os textos e que eles foram para o novo. Esse é o passaporte que você precisa pra republicar todos os textos em outro domínio sem sofrer qualquer represália. Com esta informação, você recebe, a longo prazo, o reconhecimento dos seus links no antigo sítio, por consequência seu PR, a indexação normal de volta, tráfego e tudo mais.

Outro fato que deve ser levado em conta, é que uma vez dito que o “blog não está mais neste endereço” pro Google, via 301, você pode pegar aquele endereço e só não enfie no seu respectivo orifício anal porque ele vai servir pra aportar a regra de direcionamento. E tão-somente pra isso servirá. Ou seja, pro Google (se você é uma pessoa normal como todas as outras que têm mais de 80% do seu tráfego vindo do buscador), não tem volta.

Fazendo um simples “wget”, verificamos que realmente há um problema no 301 feito por eles:

ERRO: Redireção (301) sem Location.

linux:~# wget arquivinho.blogspot.com
–15:42:00–  http://arquivinho.blogspot.com/
=> `index.html’
Resolvendo arquivinho.blogspot.com… 209.85.133.191
Connecting to arquivinho.blogspot.com|209.85.133.191|:80… conectado!
HTTP requisição enviada, aguardando resposta… 301 Moved Permanently
Localização: nao especificado

Ele diz que o blog FOI migrado, só NÃO DÁ a orientação ao navegador PRA ONDE.

Além de mim e meus clientes/colegas, a Aninha Goulart passou pelo mesmo problema. Mantinha até pouco tempo o blog no Blogspot sob o endereço arquivinho.blogspot.com. Até havia comprado um domínio e posto lá. Nos últimos dias, a visitação caiu drasticamente e ela também ficou na mão. Começou do zero o seu blog hospedado em WordPress e com o domínio próprio.

Lá se vão três dias de espera e expectativa de que o Google corrija isso.

Como falei no início, abstenho-me de fazer comentários sobre usar ou não o Blogspot. E fecho este post com o depoimento de uma ex-usuária deles e que, erroneamente para alguns, tem mais credibilidade do que o meu, porque estou do outro lado do balcão vendendo de hospedagem:

O blogspot realmente sumiu com o meu endereço. Fiquei no chão mesmo. Um trabalho de dois anos, 1 milhão e meio de visitantes, 59º posição no BlogBlogs, PageRank 4, mais de 600 assinantes do feed e por aí vai… Vou ter que recomeçar…

Desejo boa sorte à Aninha que merece destaque pela atitude de confirmar que leva seu blog a sério e, por isso, investir nisso. Falar nisso, assinem o feed da moça!

Aos que ainda insistem em dizer que têm blog profissional rodando em Blogspot e ainda insolentemente me aparecem com listinha de vantagens, vão pro inferno, fazendo o favor!

PS: Não, ela não é cliente nem da Via Hospedagem nem da Porto Fácil.

PS2: Créditos da foto

Daniel Becher Blogs , ,

Como atualizar o WordPress

18, julho, 2008
Venho por meio deste post (e não “através deste”, segundo explicações do meu professor de português da oitava série) fazer um pequeno guia para quem deseja atualizar o seu WordPress sem medo de fazer besteira e piorar as coisas. Se você tem conhecimento o suficiente pra fazer isso, não fique deslocado, o nosso público é bem heterogêneo e é composto tanto por usuários avançados quanto iniciantes. Assim, também criamos conteúdo para a posteridade e possíveis necessidades de referência.

Nesta semana, o Janio noticiou a liberação da versão estável do WordPress 2.6. Tanto ele quanto eu já atualizamos os nossos blogues para a última versão por diversos motivos e um deles são sempre as melhorias de segurança que são feitas a fim de nos evitar dores de cabeça desnecessárias. Mas, como fazer?

IMPORTANTE!

Primeiramente, você deve fazer um backup COMPLETO do seu blog. Não sabe fazer também? Leia isto e FAÇA PRIMEIRO.

Já fez o backup? TEM CERTEZA?

Nós temos três opções pra fazer uma atualização do WordPress. Uma delas é baixando a nova versão do WordPress e sobrescrevendo os arquivos via FTP. A segunda é usando o CPanel de sua hospedagem, mas é bem provável que para o Fantástico disponibilizar essa atualização demore um pouco. Então sem rodeios eu vou explicar a forma mais rápida e prática de se atualizar o sistema:

Atualização por plugin: Instant Upgrade

O plugin Instant Upgrade faz todo o trabalho sujo por você e de forma eficiente e rápida. Basta você baixá-lo, descompactá-lo, colocá-lo na pasta wp-content/plugins do seu blog e ativá-lo no menu Plugins (Extensões) e tchum! Indo no menu Settings do seu WordPress, na opção Instant Upgrade, você terá como primeira tela a opção de qual método você utilizará para o download e instalação da atualização do WordPress, HTTP ou FTP. Eu, particularmente, prefiro fazer via HTTP. Primeiro porque não precisa inserir a senha do FTP da sua hospedagem, e segundo porque é mais rápido e prático.

Então basta você selecionar HTTP, clicar em Gravar (Save) e clicar em You can start upgrading now. A seguinte tela aparecerá pra você:

Ela é bem explicativa, as cores que o botão usa também não são nada discretas. Mande escolher a última versão selecionando The latest and greatest, please e fim de papo. Se tudo correr bem, e é bem provável que corra, você terá o seu WordPress novinho em folhas em menos de 30 segundos.

Palmas, por favor!

Daniel Becher WordPress , ,

Saiu o WordPress 2.6

15, julho, 2008
Uma das vantagens de ser testador das versões Beta do WordPress (WordPress 2.6 Beta é o bicho!) é ser avisado primeiro quando a nova versão está disponível.

Acabo de atualizar todos os meus blogs (exceto o Viamão Lotado, que é meu e do Becher, e porque ele é o responsável pela infraestrutura), e estou muito satisfeito com os novos recursos, principalmente a possibilidade de usar o Gears para acelerar o painel de administração. A notícia oficial pode ser lida aqui (em Inglês). Tem vídeo e tudo.

Como centenas de blogs vão noticiar a mesma coisa, na mesma chatice que foi o Download Day do Firefox, a notícia do Viamão Lotado encerra aqui. Em breve vai ser só mais do mesmo.

Janio Sarmento WordPress ,

WordPress 2.6 Beta é o bicho!

28, junho, 2008
freeeeeFreeeeeeeee!
Image by bookgrl via Flickr

Entrei no “dashboard” do meu WordPress hoje decidido a escrever um texto mal humorado, cheio de adjetivos feios, que me faria comprar briga com meia Internet. Seria um texto para falar da verdadeira palhaçada que é o festival de besteiras que o texto Projeto de Lei 5003/2001. Combate ao preconceito? do Papo de Homem suscitou. É tanta falta de capacidade de interpretar um texto, e tanto preconceito junto (principalmente das vaquinhas de presépio que combatem o comportamento homossexual como se a tentação pudesse ser demais para elas) que qualquer coisa que se diga sobre o quão importante é combater o preconceito contra a orientação sexual seria apenas descer ao nível deles.

Ao invés, decidi fazer uma coisa mais radical: instalei o beta do WordPress 2.6 (mal posso esperar pelo WordPress 2.6) em um de meus blogs em produção — na verdade em meu blog mais importante, do ponto de vista afetivo — para ver qual seria o tamanho do estrago. Ainda bem que eu o fiz!

Leia mais…

Janio Sarmento Geral , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Mal posso esperar pelo WordPress 2.6

25, junho, 2008
Windows Internet Explorer 8

Eu não uso, mas a maioria sim.
E moscas não mudam de dieta.
Imagem via Wikipedia

Acabam de liberar o primeiro beta do WordPress 2.6. Não sou aventureiro ao ponto de instalá-lo em qualquer dos meus blogs em produção, mas fiquei muito entusiasmado com o que andei lendo a respeito.

Além de uma série de correções e melhorias principalmente no que diz respeito ao JavaScript de suporte à área administrativa, a nova versão vai vir com suporte ao Google Gears. Isso significa que partes do WordPress ficarão sempre disponíveis localmente no seu computador, não carecendo mais de download a cada vez que são requisitados.

Por exemplo: o TinyMCE (que também vai sofrer melhorias, aleluia) precisa fazer download do código correspondente cada vez que clicamos no botão para inserir link. Com o suporte do Google Gears aquele diálogo carregará instantaneamente porque já estará disponível no espaço de memória do próprio navegador.

Outro exemplo: o diálogo de inserir mídia demora um século para carregar (sim, estou exagerando), mas com o suporte do Google Gears ele também vai abrir instantaneamente!

Não sei se existe Google Gears para Internet Explorer; sou usuário de Linux e só uso o E azul para testar algum layout, o que faz com que ele seja irrelevante para o contexto do presente texto.

Sugiro as seguintes leituras adicionais, que me inspiraram e embasaram para este artigo: WordPress 2.6 and Google Gears e WordPress 2.6 Beta 1 (ambos em Inglês).

Em tempo: falar o tempo todo em Google Gears é um vício meu; o nome do produto agora é só Gears.

Zemanta Pixie

Janio Sarmento Mozilla/FireFox, WordPress , ,